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Nossa História

Nossa atuação acompanha as mudanças do país e da sociedade brasileira, sempre em busca do desenvolvimento:

Década de 1950

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE) foi fundado em 1952, com o objetivo de ser o órgão formulador e executor da política nacional de desenvolvimento econômico. Inicialmente, o BNDE teve foco em infraestrutura, mas sua atuação aos poucos passou a se voltar também para a iniciativa privada e indústria.

Década de 1960

Durante os anos 60, o setor agropecuário e as pequenas e médias empresas passaram a contar com linhas de financiamento do BNDE. Além disso, o Banco descentralizou suas operações e passou a operar em parceria com uma rede de agentes financeiros credenciados espalhados por todo o Brasil.

Em 1966, foi criada a Agência Especial de Financiamento Industrial, que incorporou e adotou a sigla do Fundo de Financiamento para Aquisição de Máquinas e Equipamentos Industriais (FINAME), criado em 1964.

Década de 1970

Em 1971, O BNDE se tornou uma empresa pública, possibilitando maior liberdade nas operações de captação e aplicação de recursos.

Durante os anos 70, o Banco, teve um papel fundamental na implantação do I Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), lançado em 1971, tendo a expansão do setor de bens de capital e a modernização da indústria como prioridades.

Em 1974, o Banco estabeleceu três subsidiárias para atuar no mercado de capitais, visando ampliar as formas de capitalização das empresas brasileiras. Elas se fundiriam, em 1982, na BNDESPAR.

Década de 1980

O início dos anos 80 foi marcado pela integração das preocupações sociais à política de desenvolvimento. A mudança se refletiu no nome do Banco, que, em 1982, passou a se chamar Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Durante a década de 1980, o Banco também passou a estimular as exportações, setor que ganhou um programa em 1983: o Programa de Apoio ao Incremento das Exportações (PROEX).

Década de 1990

Nos anos 90, o BNDES iniciou a atuação em novos campos. Exerceu papel importante na privatização das grandes estatais brasileiras, como órgão responsável pelo suporte administrativo, financeiro e técnico do Programa Nacional de Desestatização (PND), iniciado em 1991.

No campo social e ambiental, destacam-se: a criação da Área de Desenvolvimento Regional e Social do BNDES em 1996, o início da atuação do Banco no microcrédito, e a criação do Fundo Social, em 1997. A preocupação com o meio ambiente ganhou força com a classificação do risco ambiental dos projetos apoiados.

A década de 90 foi marcada também pela criação, em 1994, da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), com o objetivo de reduzir o custo dos financiamentos de longo prazo e estimular o investimento, substituindo a Taxa Referencial (TR), aplicada nos financiamentos do BNDES até então.

Década de 2000

O século 21 começou com a consolidação da vertente social na missão do Banco.

Em continuidade à política de microcrédito e democratização do crédito aos pequenos produtores e empreendedores, o Banco lançou o Cartão BNDES, em 2002.

Em 2006, foi lançado o programa Criatec, com o objetivo de oferecer suporte financeiro e gerencial às empresas inovadoras em estágio nascente.

Já em 2008 houve a criação do Fundo Amazônia, promovendo ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia.

Década de 2010

O ano de 2011 marca a intensificação do apoio do BNDES à energia eólica, que continuará significativo ao longo dos anos seguintes.

Ao longo de 2013 e 2014, passaram a contar com o apoio do BNDES importantes sistemas de transporte de alta e média capacidade, incluindo os planos de mobilidade urbana, legados do planejamento para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas.

Em 2016, foi criado o Programa de Parcerias para Investimentos (PPI), do Governo Federal, e o BNDES passou a atuar como condutor do processo de concessões e outras formas de desestatização dos ativos do programa.

Em 2019, o BNDES atualizou sua estratégia e lançou o Plano Trienal 2020-2022, no qual foram estabelecidas as principais agendas de atuação para os próximos anos e definido um conjunto de 15 entregas transformadoras para a sociedade.

Década de 2020

Em 2020, a capacidade do BNDES de atuar de forma anticíclica, respondendo a necessidades urgentes do país e da população, ficou evidenciada. A importância do Banco para a ampliação do crédito, especialmente a micro, pequenas e médias empresas (MPME), e para a manutenção de empregos e de renda ganhou destaque, reforçando que a instituição faz diferença na vida da população.

Última atualização: 26 agosto, 2021